Sacrifice

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 5thDISharmony [+18]

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Alecto Q. Napier
LUH
LUH
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MensagemAssunto: 5thDISharmony [+18]   Sex Dez 18, 2015 12:40 am



1,2 ALECTO;
Is goin' to play with you
Alecto fechou os olhos arqueando as costas, seus dedos estavam no cabelo do guarda, Josh, Bill, como era mesmo o nome dele? Não importava, ele estava se mostrando um amante extremamente hábil e digno do tempo de Alecto, uma das mãos do loiro a deixava suspensa enquanto a outra lhe agarrava os seios com força deixando marcas que Alecto tinha certeza que se tornariam hematomas mais tarde. As estocadas fortes e firmes de Jeremy, — isso! Seu nome era Jeremy! — faziam Alecto quase gemer, ela tinha que admitir que ele não era lá muito bom nisso e que os constantes xingamentos dele estavam a deixando entediada. Estava prestes a dizer algo quando o garoto lhe chamou de vadia louca e lhe jogou na cama. Alecto o encarou sorrindo, ele realmente achava que podia fazer aquilo? Podia ditar como as coisas seriam? Os passos de Jeremy eram rápidos, mas para Alecto ele demorava mais que uma lesma, as mãos do sujeito se espalmaram nas coxas de Alecto a puxando de encontro para si a penetrando sem dó. Dessa vez a garota gritou arqueando as costas puxando os lençóis, talvez estivesse errada, talvez aquele guarda valesse a pena. O pênis de Jeremy entrava e saia da garota com rapidez e força, o corpo de Jeremy se chocando com a cintura de Alecto produzindo um barulho alto característico do que quartos de motéis apresentavam por trás das finas portas vermelhas. Os sons, o cheiro de sexo, tudo aquilo excitava Alecto mais do que o ato em si. Foi quando Jeremy voltou a falar, será que ele não podia fazer as coisas calado? Ou se fosse para falar, será que alguém poderia lhe ensinar o que exatamente falar para não entendiar Alecto?  Suas palavras não atingiam Alecto, não a faziam nem "broxar" nem se excitar mais, porém uma de suas frases chegou aos ouvidos de Alecto como um aviso. "Foi o que seu irmãozinho disse quando prendi ele nas masmorras." Alecto abriu os olhos, suas íris tomadas pelo negro, a garota sorriu e então girou o corpo ficando por cima de Jeremy em uma posição propícia a cavalgá-lo, Ale deixou suas mãos escorrem pelo peito dele com calma, com desejo, sua cintura fazendo movimentos suaves para frente e para trás, a mão de Jeremy lhe acertou em cheio a bochecha esquerda, Alecto virou o rosto chocada com a ação, mas logo Jeremy lhe segurou o queixo com força e dominação a forçando olhar em seus olhos. O choque de Alecto se transformava em raiva, a única pessoa que havia encostado a mão em seu rosto durante o sexo era Gustav e agora aquele filho da puta havia estragado isso com tanta rapidez. Alecto pretendia estragá-lo com a mesma rapidez. Com um sorriso Alecto saiu de cima do garoto começando a beijar o peito dele descendo aos poucos o encarando. — Não se preocupe, sugar, eu sei o que faço. — Sexualmente ativa desde o doze anos, Alecto realmente sabia o que fazia. Sempre sabia. Também havia aprendido a como arrancar uma parte do corpo de alguém com facilidade. Seus lábios se moldaram em volta do pênis de Jeremy, Alecto lambeu a cabeça rosada do membro antes de começar a chupá-lo com um ritmo acelerado como era acostumada, Jeremy lhe agarrou os cabelos forçando sua cabeça para frente, Alecto teve um pouco de ânsia de vomito, era tudo o que precisava. Seus dentes se cravaram na pele sensível do pênis de Jeremy e com força Alecto puxou a cabeça fazendo parte do membro do guarda ser arrancado fazendo o sangue espirrar em seu rosto e o homem gritar de dor assim como vários xingamentos direcionados a Alecto. A garota cuspiu o membro de Jeremy, o guarda avançou contra ela, mas Alecto o segurou quebrando seu pescoço. A garota respirou fundo colocando suas roupas, pegou a marreta girando do lado do corpo e começou a cantarolar uma música natalina ao sair do quarto, próxima parada: Masmorras libertar Jack.

A vida é um carrossel, um maldito carrossel girando e girando sem parar, não havia como descer, a mente de Alecto era como a vida, não havia parada. Uma vez dentro não tinha mais como sair, apenas como diminuir o ritmo ou aumentar. Aumentar o ritmo era sempre mais interessante, era sempre mais suculento e prazeroso...Era sempre mais sangrento. Alecto nem sabia direito onde estava, como havia parado ali, mas sabia que atrás de si havia uma trilha de corpos, suas roupas estavam sujas de sangue, na verdade Alecto estava suja de sangue da cabeça aos pés. Sua risada ecoava pela ala C, pobrezinhos, a Ala C era provavelmente a única que nunca fizera algo para alguém, a ala destinada aos prováveis malfeitores, aqueles que só estavam ali por seu sobrenome e sangue.

Alecto não se importava com isso, o corredor branco estava agora manchado de vermelho, e a cada passo que Alecto dava mais do piso era sujo com o sangue dos únicos inocentes daquele local. Não demoraria para alguém vir atrás dela, mas ela havia avisado, ela tinha avisado que se prendessem seu irmão novamente ela iria atrás de cada um deles. Ela não tinha vergonhava, na verdade aquilo era divertido para sua mente perturbada, ela queria mais, o batom meio-a-meio estava borrado, sua visão também, o gás que normalmente soltavam durante as noites havia lhe parecido diferente, mas agora vendo o pai em sua frente Alecto sabia que deveria ter arranjado uma máscara. A menina dos cabelos coloridos arquejou dando um passo para trás. A palavra pai não saiu de sua boca, apenas uma gargalhada grotesca que se assemelhava ao do seu querido progenitor. As escadas a sua frente desciam até as masmorras, ela sabia que sim, já havia sido arrastada gritando e esperneando por ali. — Jack??!! EU ESTOU DESCENDO PARA TE SALVAR, OK?! — A garota gargalhou começando a saltitas nas escadas gritando ao vento a música Bad Habits do The Kooks.

4,5 better lock your door #usando


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I'm heading straigh
for the castle!

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Jack Jerome Napier Jr.

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MensagemAssunto: Re: 5thDISharmony [+18]   Sex Dez 18, 2015 1:46 am

HA HA HA
here we go!
HA HA HA
why so serious?
Boca seca. Coração acelerado. Respiração disforme. Suaves ondas de choque percorriam toda a extensão do corpo. A cintura não parava. Sentia vontade de rir. Jack apenas não tinha controle sobre o próprio corpo. Jack queria mais. Jack precisava aliviar aquela tão irritante pressão em seu corpo. A verdade é que sentia uma intensa falta do seu Nygma. Ali, naquele instante, não precisava fazer esforço algum para construir com exatidão a imagem do garoto. Era diferente de qualquer espécie de relacionamento que já havia tido. Era diferente de qualquer paixão.

Obviamente já havia se apaixonado. Obviamente conseguia descrever cada um de seus amantes, porém o Nygma era o único que Jr conseguia sentir o cheiro, textura da pele, o interior macio e apertado, ouvia claramente os gemidos do garoto só de fechar os olhos. Nenhuma concentração era necessária para isso. Era tudo tão intenso. Silencioso. Entediante. Já havia tentado de tudo para matar o tempo. Já havia saltitado por todo o lugar, arrebentado a pia, virado a cama, rasgado cada uma das almofadas que protegia as paredes. Portanto, seu único entretenimento naquele dia havia sido relembrar de cada uma das vezes em que possuiu o Nygma. Com força, com calma, com a droga no organismo, com certo carinho, com raiva, com ciúmes... Sua mão não parava e ele não queria mesmo conte-la.

– Merda... Não é a mesma coisa... – Jr resmungou ao encarar a própria mão suja com o próprio sêmen. Deitou na cama e encarou o teto, enquanto limpava de qualquer jeito a mão no tecido ao seu lado. Estalou a língua e fechou os olhos, aproveitando cada batimento do coração. – Cupcakeeeeeee, quero vocêêê!

A voz birrenta prancheou o lugar todo. Uma risada de escárnio escapou do ruivo, enquanto ele percebeu o que havia feito. A voz sussurrante de Nygma fez com que o garoto parasse e voltasse a fechar os olhos. Oh, aquilo era muito melhor do que só imaginar. Jr podia ter quase a certeza (física) de que estava sendo tocado por uma segunda pessoa nos mesmos lugares em que suas mãos passeavam. Podia jurar que estava dentro do outro. Era muito real... Era quase perfeito de mais. O ruivo não pode controlar um gemido alto ao ouvir a voz de Alecto – sua irmã mais velha – berrando seu nome.

Novamente, quando encarou a própria mão suja, Jack não conseguiu se controlar e gargalhou. Aquilo havia acontecido no exato momento em que ouviu a voz da irmã lhe chamando? Era hilário. Balançou a cabeça e apoiou os cotovelos na cama, encarando a porta.

– 1012! PEGUE MEU PÉ DE CABRA!

Com um movimento rápido, pulou da cama e tratou de se deixar apresentável. Ajeitou a calça, vestiu a jaqueta preta e branca e ficou pulando no mesmo lugar. Passou as mãos nos cabelos, ajeitando-os rapidamente, enquanto ouvia os barulhos na porta. Deu um passo para o lado ao ver a porta ser arremessada e volta a gargalhar.

– Linda! Linda! É uma obra de arte A! Uma maravilhosa obra de arte! – O ruivo mal perdeu tempo em observar mais as vestes ensanguentadas da irmã e se jogou perto dela, segurando-lhe o rosto e roubando um beijo rápido. – Maravilhosa! – Gargalhou novamente e pegou o pé de cabra, enquanto estalava as costas. Passou a língua nos lábios e a encarou, enquanto apontava a arma para o caminho onde Alecto certamente percorrido.

Não demoraram muito para percorrer todo o caminho, o qual Jack não deixou de contar sobre o quão entediante havia sido passar tanto tempo trancafiado naquele lugar e o pior de tudo, sem saber como havido parar lá. Não havia feito nada de mais! Apenas jogado alguns guardas do telhado, após pinta-los com as letras J-A-C-K J-R. Era arte! Não podia ser reprimido! O relato foi interrompido quando Jr viu o que os aguardava. Um bando de guardas armados com cacetetes e uma aparência supostamente assustadora. O garoto encarou a irmã e então começou a gargalhar tão alto quanto seu pai.



_________________
HA HA HA
joke’s on you!
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Andreas Darkholme Kaiser
MARI
MARI
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MensagemAssunto: Re: 5thDISharmony [+18]   Sex Dez 18, 2015 2:41 am

KILL 'EM ALL
CARNAVAL; BORA MATAR; USANDO CLICA




Aquele “Não importa... Eu gosto das coisas mais brutas...” dito enquanto tocava seu amante em meio a público, fazendo o tremer e desejar tê-lo realmente em si ecoava em seus ouvidos. A voz, suave e levemente rouca contra sua orelha, ressoando e atraindo. Mesmo após a negativa, a rejeição, a insistência era permanente, irritante. Quase rude e invasiva. Vários “por favor, não vai se arrepender” eram murmurados, enquanto demônio lutava por se conter. Aquele atrevimento despertava um lado ávido, sedento e insano. Trazia o pecado em si ao exterior, rompia as barreiras da sanidade e fazia com que, no interior de Andreas, o sim ecoasse com mais força que o não. Um monstro idiota, salivando em frente a carne, abraçando o caos de prazeres tristes e amores frios. Assim foi que um beijo com o garoto ruivo e pálido, risonho, se transformou de um simples toque carnavalesco em um verdadeiro banquete. As mãos suaves antes pousadas casualmente no corpo do outro tomaram urgência então e ali havia começado a sessão. Com os lábios pousados contra os do outro, explorava a boca do mesmo com sua língua, enquanto os movimentos toscos e ao simultâneo adoráveis do outro tentavam fazer o mesmo. As mãos desciam desde os ombros até o reto abdominal, de forma firme e intensa, sentindo o relativo aumento da temperatura do outro corpo. Ouvira um tênue “vamos para um quarto”. Se por cego ou embriagado, não sabia dizer, mas havia conseguido chegar até o quarto. Mal iluminado, mal decorado e pouco atraente, mas com uma cama suficientemente grande. “Ótimo. Vou comer ele na parede”, pensara e, sem demoras, empurrando o outro contra a estrutura nua de tijolos e concreto. Não medira força, não se contivera e, por resultado, ouvira um ruído, um estralo quase agonizante e notoriamente dolorido ao tempo observava uma expressão dolorida na face de seu amante. Grandioso. Agora, que estava ficando dolorido era sua ereção, pulsante por ir de encontro ao calor de outro corpo. Sem demoras e sem tempo para que o outro protestasse, avançara contra o mesmo, pressionando-o novamente contra a parede e retomando o beijo, urgente, violento. Mordera o lábio inferior do mesmo com força, apenas para então retornar ao que fazia antes, porém, agora, com o gosto férreo do sangue do outro dançando por suas papilas gustativas. Ironicamente, aquilo contribuía para a excitação do momento, levando andreas a, sem sequer saber como, despojar seu amante e seu próprio corpo de qualquer vestimenta. Continuava pressionando-o contra a parede ao tempo que, com uma das mãos, envolvia o respectivo membro, tanto ou mais pulsante que seu próprio. Apertara então suavemente, começando a deslizar a mão em direções opostas, como se apontasse ao céu e ao inferno. Sentira em sua palma cada centímetro do órgão, cada veia, cada pedaço de pele, quase como se pudesse ter noção sensorial dos mínimos poros do corpo alheio. Poucos minutos naquilo, instigando o outro, sentira a reação natural do corpo do mesmo. A mão, quente, úmida e agora coberta da semente de seu amante. Uma risada, rouca, gutural e sincera escapara por entre seus lábios, naquele momento levemente afastados dos do outro. O “Espero que tenha aproveitado” que saíra de seus lábios era quase faminto, insado, com seu tom barítono que agora falava como dirigindo-se a uma de suas vítimas. Pela expressão idiota e extasiada do outro, cujo coração corria desbocado, sabia que sim. Naquele momento era sua vez. Sabia que o havia deixado pronto, úmido e desejoso com seus próprios truques. Pelo modo como o garoto havia estremecido enquanto Andreas o tocava em seu objetivo, mesmo enquanto vista a público, sabia que o desejava. E assim, decidira de uma vez por todas a ele entregar. Fizera com que o garoto tornasse a face à feia parede, plantando-a então com um empurrão diretamente no concreto. Segurara-o pela cintura, tendo de suspendê-lo por alguns segundos dada a relativamente baixa estatura do outro. Então, sem esperas, sem jogos e sem suspenses, encaixara seu físico ao do outro, penetrando carne e alma com avidez. Ouvira o gritinho do outro, quase como uma garota. Sentia a respiração do mesmo e a sua própria se acelerar ao tempo que movimentava o quadril com suavidade, de modo a adaptar seu corpo ao corpo do outro. Apertado, delicioso, instigante. O corpo de seu amante fervia junto ao seu enquanto Andreas aumentava gradativamente a velocidade dos movimentos, ficando ele próprio completamente persuadido pelo carnal ao sentir seu membro se apertar no interior do outro. Assim, passou a assemelhar-se a um animal, pressionando cada vez mais o corpo alheio contra o concreto, segurando com tanta firmeza capaz de sentir sangue abaixo de suas unhas e sem conter-se ao distribuir mordidas pouco piedosas por ombro e pescoço, desfrutando o sabor do sangue. Cada vez se sentia mais fora de si, aumentando forca, velocidade e incrementando também a violência de cada investida, cada estocada. Sentia o corpo do outro ceder e retrair-se contra seu membro, levando ambos os homens à beira da loucura. Assim, passou então um dos braços a frente do outro, como cruzando o peito para apertar o pescoço do mesmo. Contudo, não era famoso por se conter, o que levou a transformar o aperto e outra forma de sufoco, utilizando-se da curva do braço (SIM PUTAS, UM FODENDO MATA LEAO). A tosse e o desespero do outro, que naquele momento havia deixado de gemer e pedir por mais para arranhar as parede violentamente e tentar se afastar daquele que o segurava haviam tirado o pouco restante da sanidade do pulcro Andreas, que se rendera a sua sede de pecado, terminando por absorver com regozijo cada demonstração de desespero, não sendo parado nem pelas unhas arrancadas do outro. Assim, quando finalmente atingiu seu ápice, seu glorioso e descontrolado orgasmo, derramou-se no corpo do outro, ainda apertado, ainda delicioso e agora, responsável por seu gozo. Largara então o desesperado, jogando-o contra o chão e encarando-o ainda maníaco, sedento. O amante, pobre coitado, enquanto se esforçava por respirar e recuperar-se, não tivera tempo ao ver a mão, subitamente armada com a elegante lâmina, indo em seu contra e terminando por deixar no branco pescoço uma fina linha vermelha que marcara o glorioso fim de sua vida. Andreas então, simplesmente se deixara cair na cama, coberto por suor e sangue, coisa da qual só viera a tomar consciência na manha seguinte, vendo-se desesperado pelo maldito fim que havia dado a Jonah.

         Por algum motivo, após ter contato com a estranha fumaça, ainda trancafiado em sua branca e maldita cela, a fatídica e estranhamente prazerosa noite não cessava de sua mente. Aquilo lhe provocava picos de ira muito mais intensos que normalmente, o que começava a lhe incomodar. Por sorte, não havia necessidade de conseguir a chave para sua liberdade, já que era a noite do carnaval, quando mais do que nunca sua mente lhe provocava ânsias por sair. Antes de destrancar a porta, por algum motivo, um pequeno pedaço de sua mente lhe lembrara onde a fina lâmina estava. Sem demoras, caminhou até o extremo esquecido do quarto, levantando o piso acolchado e pegando o machete que ali guardava, como seu mais intenso segredo. Escorando a parte não cortante do fio da arma no ombro e caminhando pelos corredores, começou a assoviar uma música aleatória, sorrindo após, de uma forma fria e sincera. Por algum motivo, aquele que todos diziam ser perigoso mas nunca havia de fato mostrado explicitamente sua face, estava decidindo, por fim, surgir a superfície.

         Atravessando as alas, passeando tranquilamente, outra canção surge em sua mente ao mesmo tempo que o título de um livro: Singin’ In The Rain e “Laranja Mecânica”. Com uma gargalhada alta, começa a entoar a canção à plenos pulmões, calando-se ao chegar perto das masmorras. Assim que gira, em um canto mal iluminado, observa a formação dos guardas e dois dos Napier. Abre então, um amago de sorriso, apenas contorcendo suavemente os lábios. A besta queria se libertar, e a presa queria ser pega. Cace, capture, faça desaparecer. Cace, capture, faça desaparecer. Uma, duas, três, quatro infinitas e repetidas vezes as palavras ecoavam em sua mente. E por que não obedecer a si mesmo?
-Alguém está se comportanto de forma rude? _Questiona em tom seco, sorrindo falsamente após._





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